Eu estou pensando em você.
Pensando em nunca mais
Pensar em te esquecer
Pois quando penso em você
É quando não me sinto só
Com minhas letras e canções
Com o perfume das manhãs
Com a chuva dos verões
Com o desenho das maçãs
E com você me sinto bem
Talita: Bom gostaria de ajuda tambem!
Não sei se sou exatamente uma assexuada ou é algo psicológico.
Porque gosto do sexo, mais já tentei ter relacionamentos com com homens e até com mulheres, é algo meio vazio, sinto tesão, mais não é por causa da pessoa em si, é porque a pessoa me toca, e tipo não quero sempre, mas eu gosto do sexo. E outra, parece que que sou anti social em relações , porque me dou bem com todos em amizade, difícil arranjar antipatia com alguém, mais falou de relacionamento, não desenvolve, não bate, é mesma coisa se eu tivesse com um objeto esperando algo dele, uso ele e depois deixo para lá. Aquela pessoa e nada dá na mesma para mim. O ruim que sinto falta de ter alguém, mais quando tento algo ficar namorar enrolar mechiriar … mão rola, não sinto nada, não vejo sentido, me sinto bem quando amigos apenas. Aí não sei se não consigo nada com alguém porque tô tão assumida psicologicamente que nao consigo mesmo, ou talvez não tenha gosto para isso sei lá. Preciso de uma ajuda.
Obrigado.
Antes de qualquer outra coisa eu recomendo que você leia (os textos não estão em ordem lógica):
Esses textos falam do seu problema em cada faceta. Por isso sua leitura é fundamental. Sendo o que vou dizer apenas um complemento:
O ser humano não foi feito para comer carne. Insetos, talvez… mas não o açougue que comemos hoje. Mas na nossa cultura praticamente todas as pessoas acreditam que comer carne é algo natural. E ai de quem contestar isso! Assista o vídeo a seguir e entenda o caso:
O mais incrível é que mesmo com toda essa indisposição ainda assim comemos carne desde pequenos e dizemos gostar. Mas existem algumas poucas pessoas que mesmo nascendo nessa cultura carnívora rejeita carne com total naturalidade. São crianças que nunca gostaram do gosto da carne, mesmo sem saber exatamente da onde vinha. Ainda não existem evidências científicas que expliquem isso. Mas o fato que é tais pessoas desenvolvem naturalmente esse paladar e continuam assim para o resto de suas vidas (obrigadas a comer carne ou não).
Mas o que isso tem há ver com seu caso? Tudo! Assim como comer carne se tornou algo natural, querer um relacionamento romântico também. O relacionamento romântico não existe naturalmente, ele é uma criação da nossa sociedade. É lógico que ele é alimentado pela paixão, assim como a cultura da carne é alimentada pelo nosso paladar. Mas isso não muda a essencial da “criação” humana.
Assim como algumas pessoas não suportam carne, você parece não suportar relacionamentos românticos. A diferença é que quem não suporta carne simplesmente diz que não suporta e deixa de comer (a não ser que seja obrigado), porque ela evidentemente vê que comer carne não é algo natural, no mínimo, para ela. Enquanto na nossa cultura ser romântico (querer o que chamamos de relacionamento “amoroso” – que de amor não tem nada) virou natural, mas tão natural que é imprescindível para a vida de uma pessoa, ou, ao menos, para a sau felicidade.
Eu vejo todos os dias pessoas com casos semelhantes ao seu. Elas não gostam de relacionamentos românticos. Elas querem carinho (algumas até beijinhos), mas elas não querem esse tipo de coisa (relacionamento) para a vida delas. O problema é que elas não sabem que é totalmente possível viver sem um relacionamento romântico! E se dar muito bem assim.
Algumas pessoas recebem essa boa nova com muita alegria e euforia. Se sentem leves por saber que não precisam disso… em muitos casos a vida muda drasticamente (para infinitamente melhor), novas perspectivas são abertas, novos horizontes explorados. Mas outras pessoas, não entendo como, simplesmente odeiam a simples ideia de ficarem “sem alguém”.
Ora, eu pergunto para as pessoas que descobriram a alegria da liberdade: vocês estão realmente sozinhos? Eu tenho total certeza que não. A perspectiva arromântica não é a solidão/exclusão, mas sim uma nova e revolucionária percepção de tudo.
O problema dessas pessoas é que elas entendem “não precisar de um relacionamento romântico” como uma condenação para a solidão e/ou depressão crônica. Eu venho falando de arromantismo aqui, não por mim, mas por milhões de pessoas que precisam saber disso. Todos os dias encontro pessoas naturalmente arromânticas tentando ser o que não são. O que isso gera?
Raiva de si mesmo;
Raiva da outra pessoa (o namorado, esposo, etc);
Vingança por algo indizível (que na verdade é só refluxo da traição contra si mesmo) – em forma de traições, mentiras, agressão física ou verbal, total indiferença, desprezo, etc;
Idealizações de eventos ou estados como solução para todos os problemas (por exemplo: ficar grávida, algumas mulheres sonham de forma tão intensa em ficar grávidas e idealizam esse momento de tal maneira que não querem que o filho saia de seu ventre);
Neurose e dependência obsessiva por outra pessoa – coitado do “o amor da minha vida”… ele vai conhecer o que de fato é um encosto;
Frustrações diante de suas decepções românticas, ao perceber que suas idealizações era mera fantasia e ilusões, e que o príncipe de encantado não tem nada;
E por fim, dentre muitos casos não citados, … o caso mais comum: depressão.
O seu comportamento, como você mesma disse, chega a ser doentio. Você não sabe porque se comporta assim, não sabe porque se sente dessa forma. Mas tudo isso só está acontecendo porque você, quando “fica” com alguém, está se traindo e não percebe isso. Existe um conflito aí. E você precisa resolver isso. Uma boa auto-análise poderia ajudar bastante. Mas resolver o problema não vai lhe tornar romântica. Apenas removeria o conflito e lhe deixaria livre para escolher continuar ou ser aquilo que idealizaram para você.
Eu sinceramente não entendo quando alguém me diz: “sinto falta de ter alguém”… eu não sei exatamente o que se espera. Ter (como objeto) outra pessoa? Ter o “conforto” de uma relação que só existe porque ambos assinam o compromisso legal/moral/religioso/social de continuar com tal relação? De ter o que ser humano algum no mundo pode me proporcionar – que é estar bem comigo mesmo?
Como venho dizendo… o amor não é exclusivista… ele não se dá para os mais “queridos”, mas sim para os mais necessitados. Não olha seus próprios gostos e vontades, mas importa-se com as limitações dos outros. Ignora o egoísmo alheio dizendo “perdoo-te pois não sabes o que fazes”. E todas as mais complexas e incríveis concepções do amor diferem vertiginosamente daquilo que as pessoas querem chamar de amor, mas que no fundo elas sabem que só é seu puro egoísmo gritando aos quatro ventos “EU e MEU”…
Mas bem, então você me pergunta: “Como então não sentir mais a necessidade de ter ‘alguém?’”. Bem… o problema é que você não sente. Você está muito bem solteira. Você passa muito bem assim. Eu acredito que você deveria se perguntar de onde vem essa pseudo-vontade/necessidade. Porque de você é que não é.
Algumas questões não ficaram claras, mas faço questão de não respondê-las para você mesma encontre o próprio caminho. Recebo meu abraço e continue lendo o conteúdo do site.
Lindinha: Abra bem os olhos, preste muita atenção
Veja bem as cores, como é lindo este mundão
Vamos voar, pois temos um avião
Com flores e amores, fica bem coloridão
Docinho: só…
Florzinha: só…
Lindinha: só….
Meninas: Só o amor, o amor faz o mundo andar
Só, só, só o amor, o amor faz o mundo andar
Lindinha: Abra seus ouvidos, ouça o mundo te dizer
Pássaros cantando, um novo dia vai nascer
Todo mundo tem uma canção no coração
Se quiser cantar, é só usar a emoção
(Solo de guitarra da Florzinha)
Docinho: Só, só, só o amor, o amor faz o mundo andar
Lindinha: Não pode me ferir com o que você me diz
Te faço um carinho e você vai ser feliz
Florzinha: Bichinhos…Gatinhos…Brincando…
(repete)
Docinho: Só
Florzinha: Só
Lindinha: Só
Meninas: Só o amor, o amor faz o mundo andar
Docinho: Só
Florzinha: Só
Lindinha: Só
Meninas: Só o amor, o amor faz o mundo andar
“Asexual people can love others for the wrong reasons, sexual attraction just isn’t one of them.”
Tradução: Pessoas assexuais podem amar outras pessoas pelas razões erradas, mas sexual realmente não será uma delas.
Comentando a declaração que é bastante comum e tem me feito parar a edição da FAQ:
Primeiro, como eu já venho dizendo aqui no site AMOR não existe como sentimento. Já estou cansado de repetir isso.
Segundo, O que temos nesse caso é PAIXÃO.
Terceiro, a paixão é um processo sexual que acontece em muitos animais, principalmente entre mamíferos (alguns até com semelhanças assustadoras com os seres humanos).
Quarto, um relacionamento íntimo nada mais é do que um relacionamento comum no qual tenta-se estimular a paixão (a fim de manter seus efeitos quase alucinógenos por mais tempo) através de estímulos. Estimular a paixão é o mesmo que estimular o processo sexual.
Quinto, concluindo uma pessoa que tenta estimular um processo sexual não pode ser assexual.
O problema é que a grande maioria dos assexuais românticos são mulheres (não me pergunte por quê!). E as mulheres possuem reações à excitação sexual diferente dos homens. Muitas (mais de 50%), de acordo com um estudo recente mostraram não saber que estavam excitadas sexualmente, quando realmente estavam.
No homem a excitação sexual é “alarmada” pelo pênis. Tanto que muitos homens que o perdem (é… existem esses casos) acabam também perdendo boa parte do seu interesse sexual e auto-erótico.
Isso é um processo bastante interessante o qual vou comentar com mais detalhes em posts futuros…
Mas voltando ao assunto… é importante entender que todo o processo da paixão é contrário à assexualidade. Isso não quer dizer que quem se apaixona deixa de ser assexual. Apenas é importantíssimo observar duas coisas:
Onde há fumaça há fogo
A essência da assexualidade não está nas pulsões do seu corpo, mas sim no seu “estilo de vida”.
Tal pensamento tem me feito reconsiderar a linha divisória entre assexuais e celibatários.
Mas esse é um assunto bastante interessante para outros post!
Pense no assunto ;)
Se você acha que o conhecimento vai tirar sua razão de viver… tenho que lhe dizer… você já não tem uma razão para viver.
Amor… a mais ou menos um ano atrás eu fiquei pensando no significado dessa palavra. Foi quando alguém me disse que não acreditava no amor. Eu como qualquer outra pessoa fiquei assustado… mas de qualquer forma isso foi bom porque me fez pensar sobre isso.
Sempre escutamos as pessoas falando de amor o tempo todo. Em todos os aspectos possíveis. Mas depois de algum tempo observei que quando as pessoas estão falando de amor elas estão falando na verdade de duas coisas: gostar ou paixão. É por isso que costumamos dizer que amamos um determinado objeto quando na verdade gostamos muito dele.
A verdade é que convencionamos que o amor é algo “especial”. Algum tipo de sentimento sublime, maior que a paixão. E não é bem assim. Na verdade quem sabe dizer o que é o amor? Qualquer tentativa vai sugerir uma paixão (mais sólida) que nunca acaba.
Sobre a paixão eu já falei muitas vezes aqui no site. Mas acho que todo mundo já sabe que se trata de uma ilusão, que goste ou não. O problema é que as pessoas nunca querem acreditar que o que sentem é paixão (ou só paixão), porque soa mal… é melhor dizer que é amor.
Amor só existe como habilidade. Amar é fazer, nunca sentir. O pior é que muitas pessoas ficam com raiva, enfurecidas porque estou dizendo o que todo mundo já sabe.
Bem… na falta de ter mais coisas óbvias para falar, vou parando aqui.
- Eu realmente não entendi até hoje qual é o compromisso do casamento.
Estou sendo realmente sincero. ._.
Sabe… prometer amar na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza…
Eu nunca entendi qual é a sacada disso…
É tipo… você odeia todo mundo… mas esse ser “ESPECIAL” ao seu lado deve ser amado por você.
Eu amo TODO MUNDO… eu respeito TODO MUNDO… e devo fazer tudo o que é amar até a minha morte.
Não importa o dia… a situação… a dor… a fome… ou o que quer que seja…
Sacas?
Estabelecer um compromisso desse com UMA pessoa para mim seria algo estúpido.
Eu não entendo porque eu seria atencioso, carinhoso, sincero, paciente, bondoso e tantas outras coisas com uma pessoal “especial” e não seria com o resto do mundo!
Sabe… Jesus falava bastante de amor… amor o tempo todo… mas eu entendia tudo que ele dizia… é lindo cada palavra. É profundo e de fato vivo. Mas esse tal “amor eros” ou paixão… e esse compromisso de casamento… sabe… não faz sentido algum.
É sério… isso faz sentido para você?
Para mim não faz sentido algum.
Eu não tenho nada contra quem tenha se casado. Mas pra mim isso não faz sentido algum.
Sorry…
Faz sentido pra alguém aí?
Alguém?
Unzinho só?
Pelo visto… bem… é melhor ficar calado… caso contrário vão me acusar de ser contra a “família”.
Os assexuais carregam a imagem de pessoas com péssimos relacionamentos românticos. Pensei um pouco sobre isso e só encontrei resposta na paixão. O objetivo da paixão parece ser a cópula e por consequência a reprodução sexual. Mas os assexuais românticos não atingem esse objetivo. Ou se chegarem a atingir é indiferente para suas vidas. Mas como isso pode complicar tanto a vida de uma pessoa ao ponto dela até entrar em depressão?
Eu comecei a estudar sobre a paixão e o amor quando observei que não sentia esses sentimentos como supostamente deveríamos sentir. Eu tinha que me esforçar para sentir mais ou menos algo semelhante ao que era descrito. Eu tinha que deliberadamente querer sentir paixão para sentir qualquer coisa parecida com isso. Depois acabei me cansando disso e fiquei triste por não entender o que estava acontecendo.
Certo dia lendo o site da AVEN li o depoimento de um rapaz… ele não era exatamente igual a mim, ninguém é. Mas ele falou mais ou menos o mesmo que eu havia pensado sobre paixão e o amor. Aquilo me deu ânimo para me levanter e ler mais sobre o assunto. Descobri o termo arromântico (aromantic), no qual me enquadro e hoje lido muito melhor comigo mesmo.
O mínimo de sexualidade que restava em mim – que era o romantismo – deixou de existir (na verdade nunca existiu). Entendeu? As pessoas não acreditam… mas a paixão faz parte da sexualidade humana! Diferentemente de tudo que aprendemos até hoje, a paixão é a preliminar do sexo. Lógico que alguém pode fazer sexo sem paixão, assim como pode comer sem fome. Mas se existe sexo é porque existe paixão. Na verdade o que chamamos de “tesão” também faz parte da paixão.
É realmente complicado, depois de tantos anos, desmistificar a paixão. As pessoas não querem acreditar que algo aparentemente tão puro é só uma etapa para o sexo. Mas são os fatos.
Em resumo, a paixão existe para que exista humanidade. Ela tem tempo de validade, dura até 3 anos. É burra, analisa mais critérios biológicos do que psicológicos. É cega, não enxerga os defeitos… mas para ilustrar melhor o que é a paixão vamos ver a letra de algumas músicas:
Abandonado, assim que eu me sinto longe de você,
Despreparado, meu coração dá pulo perto de você,
E quanto mais o tempo passa, mais aumenta essa vontade, {constante oscilação do sentimento de solidão}
O que posso fazer?
Se quando beijo outra boca lembro sua voz tão rouca me pedindo pra fazer
Carinho gostoso, amor venenoso {exclusividade temporária}
To preocupado, será que não consigo mais te esquecer?
Desesperado, procuro uma forma de não te querer {fixação doentia}
Mas quando a gente se encontra, o amor sempre apronta
Não consigo conter
Por mais que eu diga que não quero
Toda noite te espero com vontade de fazer
Carinho gostoso, amor venenoso {desejo sexual inconsciente e quase incontrolável}
Faz amor comigo, sem ter hora pra acabar
Mesmo que for só por essa noite
Eu não quero nem saber, quero amar você
Faz amor comigo até o dia clarear
To ligado, sei que vou sofrer
Mas eu não quero nem saber, quero amar você {irresponsabilidade e despreocupação com o mundo exterior}
Mais uma…
Nunca pensei que você
Me deixaria desse jeito
Sem dormir direito {dificuldade de concentração e desfocalização}
Imaginei que fosse um passatempo qualquer
Uma aventura de amor
Mas meu coração me enganou
E agora meu mundo é seu mundo
Seu corpo em meu corpo, é um só
É um sentimento maior {sentimento de unidade}
Te amo como nunca amei ninguém
Te quero como nunca quis um dia alguém
Você mudou a minha história (2x) {cada nova paixão é maior que a anterior}
Todo dia a todo o momento
Tá presente em meu pensamento
Perco a noção do tempo
Só por causa de você
{fixação neurótica e doentia}
Tá bom de pagode por hoje! Eu só queria com essas duas “músicas” demonstrar o problema original desse artigo. Paixão sem sexo não combinam. Nesses dois exemplos ambos falam de paixão e sexo, sendo praticamente a mesma coisa. Não foi por acaso. Se eu pegasse mais 100 músicas de “amor” 99 teriam o mesmo conteúdo, a mesma filosofia.
Em resumo o apaixonado sende uma forte necessidade de estar próxima a outra pessoa. Ele quer tocá-la, sentí-la. Sentir o calor do corpo dela. Num sentimento de união. Pouco a pouco isso vai avançando para a relação sexual em si. Na verdade se não fossem pelos tabus sociais no mesmo dia a pessoa se apaixonaria e teria relações sexuais. Toda essa “dança do acasalamento humano” foi uma invenção cultural.
Agora… o que acontece quando uma pessoa que se diz assexual sente essa paixão tão intensa por outra pessoa?
Quem não gosta de namorar?! Bem, por mais incrível que possa parecer existem milhões de pessoas em todo o mundo que nunca namoraram em suas vidas e não sentem a menor falta disso. E fique certo que não apresentam tiques nervosos ou manias estranhas.
É normal para um jovem ficar com várias pessoas. É até uma obrigação. Quem não fica supostamente deixa de aproveitar muita coisa boa na vida. Depois vem o namoro sério… não necessariamente com a intenção de casar. E em seguida o casamento. O que é certo é que todos passam ao menos pela fase do namoro e do casamento. É assim na normalidade.
Mas não é assim para os arromânticos.
Bem, mas como eu defino uma pessoa arromântica? Infelizmente não existe uma definição concreta para o termo. Mas em geral um arromântico é uma pessoa que não sente atração romântica por outras pessoas. É tão complicado falar sobre arromantismo quanto falar de assexualidade. Um arromântico pode até sentir uma leve atração romântica por outras pessoas.
Mas esse é um assunto interessante e que falarei com mais profundidade em artigos específicos sobre o assunto.
Olá pessoal! Desculpem pela ausência. Agora estou de volta…
Bem, queria apenas fazer uma introdução a um tema que falarei bastante nos próximos posts. Sexo, amor e paixão. Quero que você entenda bem as definições e saiba com o que está lidando. Como sempre os textos serão impactantes e inegavelmente verdadeiros. Não é para todos, mas para o que possuem coragem. É claro que com isso espero que as pessoas possam se beneficiar e terem uma nova visão de suas vidas. Mas no momento vou parando por aqui. Vou me divertir um pouco (minto, muito!) com a nova versão do Ubuntu e depois escrevo por aqui nossas reflexões.
Ser assexual é, essencialmente, não ter interesse sexual. Nosso objetivo é promover um debate aberto e coerente sobre o assunto. Leia o blog, participe do Fórum, converse no Chat e compartilhe tudo com seus amigos. Não necessariamente nessa ordem.